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A artista plástica Maria Fernanda Calderari presenteou o Instituto Buko Kaesemodel com uma obra de arte realizada especialmente pensada ao programa Eu Digo X, desenvolvido pelo Instituto. A técnica utilizada no quadro é acrílica sobre tela, com textura em polímero acrílico e detalhes em folha de ouro.
Nas obras de Maria Fernanda existe uma versatilidade, que permite que as pessoas se deparem com um abstrato tão somente em um primeiro momento ou com um abstrato que remeta à uma paisagem marinha. “Na obra que dediquei ao Instituto Buko Kaesemodel, fugi do tema habitual, pois esse trabalho tem um significado muito especial, não apenas como artista plástica, mas também como educadora e psicopedagoga”, explica
Segundo a artista, além da inspiração no símbolo do Programa Eu Digo X, a borboleta simboliza transformação, recomeço, proteção, mudança, renovação, beleza e liberdade. “Essa simbologia, vem exatamente de encontro à causa que o Instituto defende com seriedade, competência e amor”, pontua.
As obras de Maria Fernanda não possuem título. “Mas com essa obra foi diferente.  Impossível seria deixar de nominar essa tela diante do seu significado, intitulando então como – Liberdade, Luz e Pertencimento”, finaliza.

Sobre a artista
Filha do artista plástico paranaense Fernando Calderari (falecido em 2021), Maria Fernanda cresceu vendo seu pai pintando obras reconhecidas mundialmente. “Frequentei a Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) durante a infância e adolescência, e era muito comum entrar e observar as aulas de pintura e gravura que meu pai ministrava, mas apenas como expectadora”, relembra. Segundo ela, desde o início da pandemia, teve a oportunidade de passar mais tempo com o pai que transferiu o ateliê para casa. “E nesses meses de incerteza, o silencio foi quebrado e a pintura então se tornou algo possível e real em minha vida, sob o olhar crítico e responsável do pai e mestre de tantas gerações. Além de um grande prazer e aprendizado, uma honra”, comenta.
Mesmo com estilos bem diferentes, a influência do pai nas obras é inegável. “Escolhi a técnica abstrata. Embora diferente das obras do pai, não deixam de carregar a mesma temática dependendo da posição da tela em que o espectador a observa. Parti de uma referência e sou a continuidade dela, ou seja, meu DNA artístico”, salienta.

@mariafernandacalderari  @carderari_art

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